Ir para o conteúdo

Zielinski & Rozen’s Trilogy of Fragrances: 24 Horas em Paris

A primeira trilogia olfativa de Zielinski & Rozen nasce como um diário sensorial. Três fragrâncias. Três momentos. Três memórias atravessadas pelo mesmo dia em Paris.

Pela primeira vez na história da marca, Erez Rozen transforma uma experiência pessoal em uma narrativa dividida em capítulos — da inquietação da manhã ao magnetismo da noite. Cada composição captura um estado emocional específico, como fragmentos de uma lembrança que permanecem na pele.

“Minha esposa, Lea, adora revisitar fragrâncias do arquivo. Um dia, ela encontrou Amberwood, Vanilla, Davana e insistiu que aquela composição merecia voltar. Imediatamente, fui transportado para uma viagem a Paris e para outros dois perfumes que criei há mais de vinte anos. Todos fazem parte da minha história pessoal. São parte inseparável de quem eu sou.”
— Erez Rozen

Manhã: Oud, Amber, Wood Blend
Uma Paris contemplativa, quase cinematográfica. A fragrância traduz a cidade como Erez a enxergou naquele dia: ruas silenciosas, contrastes sutis, pensamentos em movimento.
As notas amadeiradas e ambaradas criam uma atmosfera densa e elegante, refletindo o conflito interno de quem caminha sem destino, mas profundamente atravessado pelo que vê.

Dia: Amberwood, Vanilla, Davana
O coração da trilogia. Um perfume construído sobre a tensão entre conforto e desejo.
A doçura envolvente da baunilha encontra a profundidade quente do âmbar e nuances especiadas que evocam encontros inesperados — aqueles momentos capazes de transformar até o dia mais comum em memória permanente.
Uma fragrância sobre possibilidades. Sobre o acaso. Sobre tudo aquilo que acontece quando baixamos a guarda.

Noite: Blackcurrant, Geranium, Amber, Leather
O encerramento dramático da narrativa.
A acidez vibrante da groselha preta encontra a intensidade do couro e a profundidade multifacetada do âmbar, criando uma composição marcada por excesso, magnetismo e permanência.
É a memória que insiste em voltar. Uma noite impossível de esquecer, mesmo com o passar dos anos

Topo